LP Guilherme Coutinho e Grupo Stalo

R$330,00

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Estado: Importado / Novo

Ano: 70’s

Edição: 2022

Enviamos para todo o Brasil.

Disponível por encomenda

Guilherme Coutinho (1942–1983) era um prodígio em Belém do Pará. Como enfant terrível que era, aos 5 anos já tocava piano (tal qual Mozart).

Cedo passou a tocar nas bandas de baile de sua cidade e a ser conhecido nas altas rodas de Belém como virtuose.

Nos anos 70, lançou dois discos que caminhavam entre a bossa nova, o funk e a jovem guarda.

Guilherme Coutinho e a Curtição, algo mais psicodélico, e o interessante Procura-se, situado entre a bossa nova e a black music.

Além de produzir seus discos, Coutinho também foi responsável por incentivar a cantora Leila Pinheiro, de quem era professor de piano.

Assim, ele a incentivou fortemente a entrar na música e mostrar a real bossa nova de Belém do Pará.

Ainda  nos anos 70, Coutinho reuniria o grupo Stalo, com músicos que tocavam sons caribenhos em bailes no Pará.

Logo, ele faria um disco que demarca um espaço único para si na música brasileira setentista.

Assim, ele fez a união da bossa nova com sintetizadores e órgãos lo-fi.

A sonoridade era de pura magia que flutuam entre o fusion e o modal jazz, construindo uma parede sonora de lisergia.

Há ainda uma cor local nas letras que remete ao mundo tropical de um Tom Jobim, mas que vai além e faz companhia a outros letristas dos anos 70, como Ednardo e Arthur Verocai.

Além disso, essa opulência sonora crava ao disco sua vocação de relíquia.

É um o único disco brasileiro psicodélico a ter participação de um ex-governador nos vocais.

Simão Jatene, que além de político é violonista, segura os vocais em “As Feras” e “Foicera”.

LP Guilherme Coutinho e Grupo Stalo demorou bastante para vir a público em formato físico e digital com a qualidade que merecia.

Saindo das mãos de vendedores de raridades a preço de 4 mil reais.

Assim que, nem mesmo a família de Coutinho tinha uma cópia do disco.

Além disso, após uma pesquisa que contou com a ajuda da filha de Coutinho, Alice Ignez.

Ela foi quem conseguiu rastrear uma cópia da Magnum opus de seu pai em uma biblioteca pública de Belém.

Portanto, com um trabalho dedicado de remasterização e restauração da capa por parte da equipe da gravadora portuguesa Mad About Records, o disco saiu.

E pode ser finalmente pode ser ouvido no Bandcamp.

Atravesse esse rio corrente.

Texto extraído: O inimigo no Médium.com por Pedro Lucas.

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Peso1 kg
Dimensões33 × 11 × 33 cm
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